Olá pessoas que não tem vida social! Esse fim de semana fui a uma festa bastante... “Pitoresca”! Logo ali, em uma cidade vizinha, que eu sempre digo que nunca mais vou pôr os pés, mas que vez ou outra, o destino acaba me obrigando a voltar... A viagem de ida estava divertidíssima, porém, não menos curiosa, pois conheci uns tipos muito exóticos! A tal cidade eu vou chamar de “Crucifixo Elevado”, mas que de sagrada e elevada não tem nada, aliás, ô cidade do inferno, cheia de buracos! Como diz minha amiga Lana: “Essa cidade é um sapo com a boca costurada, porque nunca sai boas festas”. Verdade! Mas farei uma descrição dividida por itens, que eu acho bem mais prática:
A Festa: Os organizadores já começaram errando na escolha do lugar, pois optaram por um espaço muito grande, sendo que o público esperado era relativamente reduzido. Resultado: Muito espaço para pouca gente! Mas, por outro lado, foi bom porque assim se conseguia ver todo mundo e... Fazer comentários! ^^
Ironia: No post anterior, eu escrevi sobre as listras e os xadrezes e apesar de algumas pessoas talvez terem achado irrelevante, acreditem: Tinha uma criatura lá que conseguiu misturar xadrez e listras! Parecia a anã negra que servia de dama de companhia para a Rainha D. Maria I, A Louca, só que na versão Jeca Tatu! CAFONAAA!!!
Clichê: Se na última festa, a peça mais usada foi a camiseta listrada de manga curta com capuz, na de sábado, o “hit do momento” era usar camiseta regata com manta ou lenço no pescoço, e calça feminina justérrima com all star de cano longo por cima, do tipo costurada no corpo e só cortando pra tirar! Será que essas pessoas combinam antecipadamente umas com as outras o tipo de roupa que irão usar? Que falta de personalidade! Nunca achei a mínima graça em sair por aí “uniformizado”. É por isso que eu evito seguir certos modismos, pois detesto as “fashion victims”... Como já dizia a sábia Coco Chanel: “A moda passa, o estilo fica.” Estava certíssima. Outra coisa: todo mundo critica os EMOS, mas sempre copiam seu estilo... Vai entender!
Gafe da noite: Eu, Lord Kallinikos, acreditem se quiserem, cometi a gafe da noite! Isso é pra vocês verem que qualquer um pode errar de vez em quando. Até as pessoas mais chiques! Eis que eu estava assistindo a um dos shows, quando a apresentadora resolveu se auto-elogiar, assim, “se achando”. Eu, que não sei ficar de boca calada, comecei criticá-la para um amigo que estava do meu lado. Não é que o namorado da fulana estava na fila da frente e ouviu tudo o que eu disse!? Ele me olhou com uma cara que eu pensei: É hoje que eu vou apanhar tanto, mas tanto, que vou aprender a nunca mais abrir minha boca de cobra! Resultado: Passei a maior parte da noite no pânico mais aterrador, evitando o dito casal a todo custo. Meus “amigos”, é claro, me pegaram pra Cristo o resto da festa. Imagina, o “Lord”, o “Sr. Perfeição” cometer um erro! Tripudiaram. Mas eu agüentei tudo na maior dignidade. Admiti meu erro. Até fiquei orgulhoso de mim depois, afinal, é nesses momentos ruins, de “saia justa”, que a gente percebe quem tem classe de verdade e quem não tem. Mas aprendam a lição: Nunca critiquem um espetáculo enquanto ele estiver acontecendo. Eu aprendi.
Piada: Conheço uma pessoa, (vejam bem, “conheço”, não sou amigo) uma menina muito louca, pirada, “sequelada”, que só um post inteiro para descrevê-la. É uma criatura exótica, quase folclórica (pra não dizer bizarra), mas engraçadíssima, que faz as coisas mais absurdas, beirando o ridículo! Com um vocabulário digno do bar mais vulgar e um comportamento capaz de escandalizar qualquer bordel, volta e meia a encontro nas festas ou na noite. Seu nome “artístico”, não poderia ser mais original: Jéssica Créu! Imaginem uma menina baixinha, gorda, com uma cara maliciosa que parece estar sempre drogada, vestida igual uma prostituta e bafôôônica! Essa é a Jéssica. Jéssica Créu! Ela foi a responsável pelos momentos mais divertidos e inusitados da noite, cujo ápice aconteceu no banheiro... masculino! Eu sei, porque sou testemunha ocular do ocorrido. Estávamos todos lá dentro, quando de repente, entra um homem com 3 metros de altura e 2 de largura, com cara de poucos amigos. E a Jéssica lá, super à vontade (aquela altura da madrugada e pela expressão no rosto dela, acho que ela não sabia nem em que planeta estava, muito menos em que banheiro), falando as coisas mais desconexas, quando o bad boy olha pra ela e grita: “O que você está fazendo aqui? Aqui não é o seu lugar! Sai daqui sua GORDA!!!!” E empurrou ela porta a fora! E ela nem “água”! Ficamos todos perplexos com a cena. Mas nunca ri tanto na vida!
Isso é tudo! O resto é lenda...
Beijos,
Lord Kallinikos
terça-feira, 12 de maio de 2009
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Vamos a festa junina?
ResponderExcluirInteressante é que nunca me convidam pra essas festas... e ainda se dizem suuuuuuuper amiguinhos da gente...
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